Então, homens são a criatura mais fascinantemente irritantes da face da terra. Você diz "po, eu gosto de você.", eles decidem que gostam de uma amiga sua. Você diz: "não, eu quero só amizade.", e acabou o mundo! De repente eles te querem mais q tudo, e correm atras de você com tudo o que tem. E você fica: "aimeldeus, o que faço com esse menino?" E faz tudo que vem a cabeça. E usa todos seus maiores defeitos, mas ele NUNCA se toca.
E ai, aquele seu grande amigo, que só queria amizade, tbm passa a te dar mole. Depois de vc ter SUPER superado ele. Po, ql o problema desse ser? Tá querendo atenção não é?
Que seja, extravasei já. Agora eu canto: baby, you're a firework! ♫
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domingo, 29 de janeiro de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Dizem por ai...
Dizem por aí, que o melhor remédio é sorrir.
Dizem por ai, que quem acredita, alcança.
Dizem por aí, que temos que ter fé.
Dizem que a cura pra um amor é outro amor.
Dizem...Quem disse? E com que provas?
Quem disse que chorar só faz mal...ele já tinha sido magoado?
Quem disse para acreditar...já tinha visto seus sonhos desvanecerem?
E quem falou pra ter fé...já chegou a um ponto em que sequer sabia quem era?
Quem usa o amor dos outros...já foi usado como soro do esquecimento?
Du-vi-do.
O que me impressionaria seria se tivessem sentido.
Um pouquinho só, como é ter o mundo. E vê-lo ser tirado de você.
Aí saberiam o que falar, ai poderiam entender.
Até lá, são especulações e criticas...falhas na experimentação.
Falhas nas provas. E falhas no mundo.
O melhor remédio pode ser sorrir, mas chorar também surte efeito.
Acreditar ajuda a alcançar, mas sem esforço, tudo não passa de sonho.
Ter fé, só é válido quando se começa com a fé em sí mesmo.
E outro amor, só cura um amor antigo, se este já estava superado, mesmo que não notássemos.
Sobretudo, o que dizem por aí de nada vale, sem a experiência.
Dizem por ai, que quem acredita, alcança.
Dizem por aí, que temos que ter fé.
Dizem que a cura pra um amor é outro amor.
Dizem...Quem disse? E com que provas?
Quem disse que chorar só faz mal...ele já tinha sido magoado?
Quem disse para acreditar...já tinha visto seus sonhos desvanecerem?
E quem falou pra ter fé...já chegou a um ponto em que sequer sabia quem era?
Quem usa o amor dos outros...já foi usado como soro do esquecimento?
Du-vi-do.
O que me impressionaria seria se tivessem sentido.
Um pouquinho só, como é ter o mundo. E vê-lo ser tirado de você.
Aí saberiam o que falar, ai poderiam entender.
Até lá, são especulações e criticas...falhas na experimentação.
Falhas nas provas. E falhas no mundo.
O melhor remédio pode ser sorrir, mas chorar também surte efeito.
Acreditar ajuda a alcançar, mas sem esforço, tudo não passa de sonho.
Ter fé, só é válido quando se começa com a fé em sí mesmo.
E outro amor, só cura um amor antigo, se este já estava superado, mesmo que não notássemos.
Sobretudo, o que dizem por aí de nada vale, sem a experiência.
Meldeus...
...qcoisamaisbiita
Deve ser a postagem mais idiota que eu já fiz, mas eu tenho que fazê-la. Aqui estava eu, sentada em frente ao computador pensando somente em como eu tenho um azar fdp com relação a jogos, quando um pequeno minusculo e mega colorido beija-flor me para em frente a minha janela - quase entrando aqui- e fica ali existindo e sendo azul e verde e roxo e batendo as asas incrivelmente rápido e sendo lindo.
Deve ser a postagem mais idiota que eu já fiz, mas eu tenho que fazê-la. Aqui estava eu, sentada em frente ao computador pensando somente em como eu tenho um azar fdp com relação a jogos, quando um pequeno minusculo e mega colorido beija-flor me para em frente a minha janela - quase entrando aqui- e fica ali existindo e sendo azul e verde e roxo e batendo as asas incrivelmente rápido e sendo lindo.
domingo, 22 de janeiro de 2012
De volta à estaca zero...
...e por aí vai.
Precisamente no dia 06/01/12 eu tomei uma decisão revolucionária: eu ia assumir o controle do meu subconsciente. Quer dizer, até o dia anterior eu estava com uma especie de praga de sonhos que só me fazia voltar a lugares, pessoas e situações que me atormentavam...as noites eram o meu inferno pessoal, e as manhãs. Bem, de manhã eu chorava que nem uma idiota.
Fia duas coisas em paralelo naquela noite de chuva: comecei a escrever sobre tudo que estava me incomodando e enumerar motivos para elas NÃO o estarem fazendo - créditos enormes para minhas amigas lindas que sempre me fazem ver TODOS os lados positivos de tudo - e, em segundo, lugar, fazer o que toda pessoa crédula na lei da atração e em um pouquinho mais...arrumei um amuleto para acalmar minha mente e coração.
O resultado lindo e perfeito dessa "empreitada" foi o sumiço total e completo de sonhos em minhas noites. Até que eu, muito estupidamente, decidi tirar meu cordão para tomar banho e esqueci de colocar de volta. Ontem? Ontem foi o pior de todos, eu só estou mesmo escrevendo porque a adrenalina está a mil pelo meu corpo. Os sonhos foram os piores que eu já tive.
A Shi diz que quando nós dormimos nossa alma sai de nosso corpo e vaga por ai. Bom, minha alma vaga por lugares de péssimo gosto e com pessoas perigosas. Ela também diz que quanto você pensa muito sobre algo você é atraído para isso durante a noite. Odeio pensar que, mesmo que um pouco, sou eu quem faz isso comigo.
Mais ainda, é horrível perceber que, por mais que agora eu esteja mais madura e umas trezentas vezes mais sábia do que antes, em algum lugar bem no fundo de mim eu ainda sou uma menininha imatura e perdida. Mesmo que essa parte seja dentro daquela que não se manifesta enquanto meus olhos estão abertos.
Pelo menos serve de lição para o futuro: quando for enterrar alguma coisa, nunca enterre dentro de si, pois o terreno é frágil e tudo que você queria que sumisse pode voltar das piores formas para te assombrar. E, mesmo com toda a fé e força do mundo, você não pode lutar contra o que está por dentro de tudo isso. Como uma sombra no canto, esperando para fazer toda a luz se apagar...aquelas memórias sempre vão estar lá.
Precisamente no dia 06/01/12 eu tomei uma decisão revolucionária: eu ia assumir o controle do meu subconsciente. Quer dizer, até o dia anterior eu estava com uma especie de praga de sonhos que só me fazia voltar a lugares, pessoas e situações que me atormentavam...as noites eram o meu inferno pessoal, e as manhãs. Bem, de manhã eu chorava que nem uma idiota.
Fia duas coisas em paralelo naquela noite de chuva: comecei a escrever sobre tudo que estava me incomodando e enumerar motivos para elas NÃO o estarem fazendo - créditos enormes para minhas amigas lindas que sempre me fazem ver TODOS os lados positivos de tudo - e, em segundo, lugar, fazer o que toda pessoa crédula na lei da atração e em um pouquinho mais...arrumei um amuleto para acalmar minha mente e coração.
O resultado lindo e perfeito dessa "empreitada" foi o sumiço total e completo de sonhos em minhas noites. Até que eu, muito estupidamente, decidi tirar meu cordão para tomar banho e esqueci de colocar de volta. Ontem? Ontem foi o pior de todos, eu só estou mesmo escrevendo porque a adrenalina está a mil pelo meu corpo. Os sonhos foram os piores que eu já tive.
A Shi diz que quando nós dormimos nossa alma sai de nosso corpo e vaga por ai. Bom, minha alma vaga por lugares de péssimo gosto e com pessoas perigosas. Ela também diz que quanto você pensa muito sobre algo você é atraído para isso durante a noite. Odeio pensar que, mesmo que um pouco, sou eu quem faz isso comigo.
Mais ainda, é horrível perceber que, por mais que agora eu esteja mais madura e umas trezentas vezes mais sábia do que antes, em algum lugar bem no fundo de mim eu ainda sou uma menininha imatura e perdida. Mesmo que essa parte seja dentro daquela que não se manifesta enquanto meus olhos estão abertos.
Pelo menos serve de lição para o futuro: quando for enterrar alguma coisa, nunca enterre dentro de si, pois o terreno é frágil e tudo que você queria que sumisse pode voltar das piores formas para te assombrar. E, mesmo com toda a fé e força do mundo, você não pode lutar contra o que está por dentro de tudo isso. Como uma sombra no canto, esperando para fazer toda a luz se apagar...aquelas memórias sempre vão estar lá.
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